O fim de cada mês foi sempre um período muito desejado pela maioria dos portugueses.
E sabe-se o porquê. Porque "cheira" a dinheiro fresco, ao ordenado correspondente a um mês de trabalho...
E, antes que me rectifiquem, adianto que, cada vez menos são os "priviligiados" que podem contar com essa dádiva.
Sabem-se as razões dum mal que, cada vez mais, assusta a nossa sociedade e enche de angústia e incertezas parte do património humano do nosso país, exactamente a nossa juventude...
E é por estes dias, de Janeiro, que muitos de nós, quase a maioria, se vai dar conta que este mesmo mês é diferente em quase tudo, tendo em conta que, o "vil metal", como mola impulsionadora do bem estar da célula mais importante da sociedade, A FAMILIA, vai ser menos e continuará a "emagrecer" essa mesma estrutura.
Sopram ventos de mudança, de protesto, de insatisfação, de reacção, dos mais diversos quadrantes e bem próximos das nossas fronteiras.
Oxalá as brisas calmas, agradáveis, paradisícas do mediterrâneo não nos empurrem para indesejáveis tempestades descontroladas e de final imprevisível.
Grécia, Tunísia, Egipto, com Espanha e Itália ali bem perto...e Portugal num mar encapelado, cheio de tormentos e Adamastores...
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
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